terça-feira, 16 de novembro de 2010

Como sobreviver ao Dia-a-Dia!


O nosso tempo é muito limitado, não o desperdice tentando viver a vida de outra pessoa. Não se prenda a nenhum dogma – que é levar a vida baseada em resultados vividos por outras pessoas. Não deixe o barulho feito pelos outros abafar a sua voz interna. E mais importante de tudo, tenha coragem para seguir a sua própria intuição. Quando você vai cumprir as promessas que fez a você mesmo quando era criança? O resto é secundário.
Começar um negócio é fácil, fazer o bicho crescer é difícil. Menos de 20% das empresas passam do quinto ano de vida, e menos de 50% das empresas que sobrevivem ao quinto ano de vida realmente crescem para novos patamares.
Como sobreviver ao massacrante dia-a-dia de ser empreendedor e ainda ser bem sucedido?
Aqui vão algumas lições sobre o que eu aprendi nesses anos todos tentando levantar diferentes empresas:

1. O suporte da família e amigos é crítico para um empreendedor.

Ser Dono de um Negócio é uma profissão 24×7. Apesar da incrível dedicação que o negócio requer, você tem que encontrar uma maneira de se dedicar a sua família e encontrar os amigos.
Lição de Casa: 2x por semana jantar com a família, 1x por mês encontro informal com os amigos mais próximos.

2. Ajudar os outros faz bem para quem ajuda.

Empreendedorismo é sobre ser apaixonado por fazer a diferença. Uma maneira de embutir a paixão por fazer a diferença nas pessoas que não nasceram com essa paixão é envolvê-las com trabalho voluntário.
Lição de Casa: Escolher uma Causa Social e envolver a grande maioria dos funcionários no trabalho social dessa causa.

3. O escritório é a principal escola.

A falta de dedicação a treinamentos e cursos, levará todos os funcionários a uma natural obsolescência. Continuar estudando é fator crítico de sucesso.
Lição de Casa: Submeter todos os gerentes da empresa a pelo um treinamento semestral sobre liderança & gestão participativa.

4. A saída está na sua rede de contatos.

Vez ou outra o empreendedor se verá em um túnel sem saída. Quando esse momento chegar, lembre-se que a resposta se encontra na sua rede de contatos. Lição de Casa: Manter contato quinzenal com 20% das pessoas importantes que estão cadastradas na sua agenda de contatos.

5. A falta de preparação o tornará criativo.

Aqueles que dizem que dinheiro resolve tudo não entendem de nada. Quanto menor a verba, quanto mais escassos os recursos, maiores serão as suas chances de ser diferente.
Lição de Casa: Corte o seu Orçamento pela Metade, e observe as idéias criativas que aparecerão. A melhor maneira de fazer mais com menos é ter menos.

6. A preparação o diferenciará.

Você tem que se mostrar ULTRA PREPARADO quando estiver na minha frente. Se eu te fizer uma pergunta sobre a BIZ e você não souber, você tá fora. Se eu te fizer uma pergunta sobre a indústria que a BIZ está, e você não souber, você tá fora.
Lição de Casa: Não basta ler sobre as empresas e pessoas, você precisa supor o que pode acontecer com elas.

7. O importante é ser você mesmo.

Você nunca atingirá o consenso quando falar para platéias acima de 2 pessoas. Cada cidadão vai pensar uma coisa diferente de você. Se tentar agradar alguém, o cara pode te chamar de puxa saco. Seja você mesmo. É a melhor maneira de você se sair bem. Sendo você mesmo você estará sendo INESPERADO.
Não existe ninguém como você. Tenha coragem de ser você e aguente os diferentes feedbacks que virão. A partir daí, você customiza o que você tem que falar ou o que você é.
Lição de Casa: Desagrade (é isso mesmo, desagrade) 50% das pessoas que convivem com você.

8. As nossas soluções não resolvem os problemas dos clientes.

Geralmente acreditamos que os nossos produtos, serviços e soluções são justamente o que o cliente precisa para resolver algum problema, mas NUNCA é assim. O Excelente Vendedor é aquele que é profundamente interessado no cliente e não em si mesmo e se preocupa (entre outras coisas) em fazer um ultra pós-venda para adequar ao máximo aquilo que ele vendeu a realidade do cliente. Lição de Casa: Fazer Reuniões de Revisão de Negócios 1-a-1 com cada cliente a cada dois Meses.

Seleção de Pessoal



A seleção de pessoal é um dos subsistemas de recursos humanos mais importantes. Depois de efetuado o recrutamento, o próximo passo é selecionar o indivíduo em destaque, ou seja, aquele que está mais intimamente ligado com as necessidades do cargo. 
Para se garantir uma seleção de sucesso é imprescindível que o profissional de recursos humanos tenha efetuado uma análise de cargos atualizada que auxilie diretamente no recrutamento e garanta uma seleção correta. O processo seletivo nem sempre é o mesmo embora o seu objetivo final seja a escolha de um candidato que esteja adequado às necessidades da empresa.
A seleção de pessoal varia de acordo com o cargo que precisa ser preenchido. A quantidade de etapas, assim como a complexidade do processo dependem de como é o grau de exigência e o tipo de cargo em que precisa ser selecionado um candidato. Os processos seletivos, em média possuem de duas há oito etapas, sendo estas eliminatórias com a finalidade de se chegar ao candidato com o perfil mais aproximado com o das qualificações exigidas pelo cargo. Durante a realização das etapas de um processo seletivo ocorre a aplicação de alguns instrumentos que colaboram para se chegar ao candidato ideal. Os principais elementos são as entrevistas (não estruturadas e estruturadas), a busca de referências, as provas de conhecimentos ou de capacitação, os testes de personalidade, os testes de habilidade cognitivos, os testes de desempenho e integridade e a aplicação de técnicas de simulação. As entrevistas, são um dos métodos mais comumente utilizados e que permitem ao selecionador extrair um grande número de informações do candidato. 
Apesar de constituírem o instrumento mais utilizado em processos seletivos, e trazerem um grande número de informações, as entrevistas nem sempre são eficazes. É comum que os candidatos queiram mostrar o melhor de si durante uma entrevista e este fato pode fazer com que o indivíduo acrescente em suas palavras mais qualificações do que realmente tem, ou então pode também ocorrer o inverso, de acabar omitindo algo importante. Em vista disso, os profissionais de recursos humanos realizam de acordo com as necessidades de um cargo uma série de testes e provas de conhecimentos que julgam necessários para o devido exercício da função. Elas constituem por sua vez mais uma ferramenta para avaliar com objetividade os conhecimentos e a capacidade de desenvolvimento de um futuro colaborador. 
Após a realização de todas as etapas do processo seletivo, cabe ao selecionador rever os resultados e analisar se realmente há a interação necessária entre o cargo e o candidato. Por mais extenso que possa ser, o processo de seleção geralmente apresenta vários indicadores que facilitam na hora da decisão e que apresentam um alto grau de precisão na escolha do candidato. Com vários indicadores pode-se analisar de maneira minuciosa as qualificações e conhecimentos que o candidato oferece e mais do que isso se pode efetuar uma combinação com as exigências do cargo tendo grandes chances e concretizar um processo seletivo bem sucedido.

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Surgiu aquela vaga de estágio? Mude o visual!



Ok, nada como andar com a galera da faculdade, chinelão no verão, camiseta, minissaia ou shorts, gorro peruano no inverno, ou ainda, se vc faz um estilo menos descolado, camisetas pólo com grandes logos e jeans, bermudões alinhados, cabelo sem corte. Mas se surgiu aquela vaga para estágio, atenção!! É hora de repensar o visual.
Segundo Renata Melo, consultora de Imagem Corporativa, a entrada no mundo empresarial pede um figurino mais adequado ao novo comportamento. “A roupa vai indicar a atitude, o compromisso desse jovem com as novas demandas profissionais. Fazer a barba, manter o corte de cabelo, ter um visual mais limpo, faz a diferença”. Ou seja, quando sua mãe diz, “a primeira impressão é a que fica”, ela tem uma certa razão. Mas fique tranqüilo, entre o careta e o final de noite em São Paulo, existem milhares de opções. Uma bonita camisa social com uma calça de corte bacana, já dá uma repaginada no jeitão estudante. Meninas, idem: cores com parcimônia, discrição e elegância. Roupas bonitas , elegantes, mais clean, tom jovial, mas acima de tudo: discretas!
Então, muito espelho em doses cavalares de bom senso. 
Vista-se como um profissional, embora ainda seja um estagiário. 
Mas não esqueça o espírito inovador, a curiosidade, a vontade de crescer e fazer coisas fantásticas, típicas da juventude e dos ares universitários. Esses, nunca saem de moda!

Comos as redes sociais podem ajudar na disputa por uma vaga



Temos observado que, atualmente, o currículo deixou de ser o único cartão de visitas de um candidato em uma disputa por emprego. Com a ascensão das mídias sociais, os recrutadores costumam recorrer a elas para procurar profissionais ou até para pesquisar um pouco mais sobre a vida dos seus futuros contratados. Por isso é tão importante para o candidato manter atualizadas suas contas em redes sociais como OrkutFacebookTwitterLinkedin, entre outras.
Com o mercado cada vez mais disputado, é difícil encontrar um diferencial que coloque você a frente dos seus concorrentes. Também por isso, os recrutadores têm recorrido às mídias sociais para saberem mais sobre os candidatos. Sites de relacionamento como Orkut e Facebook mostram um pouco da personalidade dos futuros contratados, enquanto contas no Linkedin, por exemplo, mostram suas características profissionais e informações de empregos anteriores. No portal do MonsterBrasil.com, na sessão “networking”, o candidato pode manter seu perfil online e estabelecer uma rede de contatos profissionais.
Manter todas essas contas pode garantir uma oportunidade de trabalho aos usuários, já que muitas empresas estão procurando profissionais nessas redes. São inúmeras as empresas que criam umTwitter para divulgar as vagas disponíveis. Outras procuram seus futuros contratados no Linkedin. E algumas, como a Ambev, por exemplo, usam o Orkut para lançar o programa de trainee da empresa e selecionar os candidatos através dele.
O nosso conselho é para que o candidato se mantenha sempre antenado às novidades na internet. Assim, ele não perderá as oportunidades que surgem pela rede e poderá, inclusive, conseguir seu tão sonhado emprego através delas.

As perguntas mais comuns em uma entrevista de emprego



Como se sair bem, sem ter surpresas..



Entrevistas de emprego podem causar nervosismo em muitos entrevistados. Por ser uma fase bem imprevisível do processo seletivo, um dos maiores medos dos candidatos é não saber responder “aquela pergunta”. Gaguejar, ficar inseguro e demorar a responder pode fazer com que os entrevistados fiquem em uma “saia justa”. Atendendo ao pedido de um comentário aqui do blog, mostraremos aqui questões bem comuns em situações como essa.

Fale um pouco sobre você:

Normalmente esta frase é uma das primeiras que você ouvirá em sua entrevista. Apresente-se brevemente, seja simples e objetivo. Suas qualidades serão percebidas no decorrer da entrevista, por isso, não se afobe.

O que você sabe sobre a nossa organização?

Procurar se informar sobre o local onde você está buscando emprego é fundamental. Quanto mais você souber sobre a empresa, mais demonstrará interesse pela vaga.

Qual é sua pretensão salarial?

Cuidado, essa pergunta pode ser perigosa. Tente ser neutro. Este não será o momento que o entrevistador discutirá a negociação salarial. Evite também respostas como “não tenho uma pretensão”, isso dá a impressão de que você está se esquivando da pergunta.

Fale uma qualidade e um defeito seu.

Destaque uma qualidade bem relevante em você, aproveite para dar exemplos a seu favor. Na hora de responder sobre o defeito, é comum as pessoas tentarem disfarçar citando algo que, na verdade, é uma qualidade disfarçada. É o caso do “perfeccionismo”, por exemplo. Querer fazer tudo da melhor forma possível não é um ponto negativo de uma pessoa, portanto, procure responder um defeito que você realmente tenha, mas que não vá comprometer o seu trabalho de forma significativa. Assim, o entrevistador perceberá que você foi sincero.

Você prefere trabalhar sozinho ou em grupo?

O ideal, nesse caso, é equilibrar as duas alternativas, respondendo os benefícios que você vê tanto em uma forma quanto em outra. Afinal, provavelmente haverá momentos em que o trabalho será individual e outros em grupo.

Qual foi o último livro que você leu?

Esteja preparado para essa pergunta. Já vi muitos candidatos se complicarem por mentir.

Por que você saiu do último emprego?

Esse tipo de informação pode ser facilmente verificada pelo entrevistador. Seja sincero, objetivo e breve. Ressalte pontos positivos da sua saída, como a busca de novas áreas de trabalho, o fato de você estar buscando algo com que você se identifique mais, etc.

Fale sobre o maior desafio que você viveu.

Em geral, essa pergunta é voltada para o âmbito profissional, porém pode ser respondida de outras maneiras. Você pode citar um desafio que vivenciou na época de faculdade, ou na sua vida pessoal. É importante apenas ressaltar sua coragem e poder de decisão na hora de enfrentá-la.
Imaginar como será a entrevista é uma excelente maneira de se preparar. Na hora, o ideal é tentar ficar calmo e responder com naturalidade o que lhe for questionado. 
O objetivo de qualquer entrevista é conhecer o candidato, não se esqueça disso!

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Avaliação do Potencial e das Qualificações


João entra na sala do diretor e reclama:
-Por que não fui promovido no lugar do Antônio? Tenho 15 anos de empresa e o Antônio só 5.
O diretor, ouvindo um barulho de caminhões na rua diante do escritório, diz a João:
-Por favor, veja que barulho é este aí em frente.
João vai até a rua e retorna:
-São caixotes.
-O que contém? – Indaga o diretor.
-Não dá para ver, estão fechados – responde João.
-Para onde se dirigem os caminhões? – volta o diretor a perguntar.
João volta mais uma vez à rua e completa:
-Vão na direção do leste.
-Acho que tenho uma resposta ao seu pedido de promoção; aguarde um pouco aqui nesta sala – diz o diretor.
João fica radiante esperando, enquanto o diretor chama Antônio e lhe pergunta:
-Antônio, por favor, tem um barulho aí na rua em frente. Veja o que é para mim.
Cinco minutos depois, Antônio volta e diz:
-São nove caminhões carregados com caixotes contendo artefatos de ferro da Siqueira & Cia. Fazem parte de uma encomenda que a empresa está mandando para São Paulo. Esta manhã passaram outros dez com a mesma carga. O carregamento é consignado à firma Zanon Oliveira Ltda. da cidade de Cascavel, no Paraná.
O diretor agradece a Antônio, com um sorriso vira-se para João e limita-se a lhe dizer:
-Entende por que Antônio foi promovido?

Chefes X Líderes


Os Chefes empurram – Os líderes puxam
Os Chefes comandam – Os líderes comunicam
Os Chefes são mestres – Os líderes são maestros
Os Chefes são comandantes – Os líderes são treinadores
Os Chefes são os donos da voz mais alta – Os líderes dos ouvidos mais acurados
O Chefe administra – O líder inova
O Chefe é um cópia – O líder é um original
O Chefe mantém – O líder desenvolve
O Chefe focaliza os sistemas e a estrutura – O líder inspira confiança
O Chefe pergunta “como” e “quando” – O líder pergunta “o quê” e “por quê?”
O Chefe convive melhor no “status-quo” – O líder desafia, muda
O Chefe é um bom soldado – O líder é ele mesmo
O Chefe faz a coisa corretamente – O líder faz a coisa certa
O Chefe obtém resultados através das pessoas – O líder desenvolve pessoas e grupos
O Chefe quer segurança e estabilidade – O líder quer desafios
O Chefe busca “status” de vida – O líder privilegia qualidade
Os Chefes são obedientes – Os líderes contestadores
Os Chefes são fazedores – Os líderes criativos.
O Chefe veste a camisa da empresa – Os líderes participam dos negócios da empresa
A genialidade dos líderes não está em obter conquistas pessoais, mas em libertar o talento de outras pessoa!

domingo, 7 de novembro de 2010

10 dicas estratégicas para contratar o profissional certo


Uma vaga surge na empresa. O departamento de RH é acionado para realizar um processo seletivo, mas uma observação é feita pela liderança que ficará responsável pelo colaborador recém-contratado: "Encontre a pessoa certa, pois as atividades são de extrema relevância ao negocio". Seria ótimo que todo selecionador tivesse uma "bola de cristal" ou uma "varinha de condão" para encontrar o profissional perfeito para aquele cargo. Como não é possível usar recursos dos contos de fadas, o responsável pelo processo pode valer-se de algumas precauções que aumentarão significativamente as chances de contratar o talento que tanto a empresa necessita.
Confira dez dicas que podem ser valiosas em uma seleção.

1 - Converse antecipadamente com o gestor que solicitou o preenchimento da vaga. Seja objetivo e pergunte diretamente quais as competências técnicas e comportamentais que ele considera indispensáveis para o profissional que será contratado.
2 - Saiba qual a real razão que levou a vaga ficar em "aberto". Isso ocorreu por que o funcionário não atendia as expectativas da empresa, foi convidado pela concorrência ou ocorreu algum outro motivo? Não esqueça de que para atrair e reter talentos, a área de RH deve estar atenta a todos os detalhes, inclusive no processo de Recrutamento e Seleção.
3 - Utilize o banco de dados para ver se há algum colaborador que atua na empresa e que pode ser transferido de departamento. Valorizar a Prata da Casa tem vantagens, pois além do reconhecimento do talento, o profissional já está integrado à cultura da empresa. Lembre-se que há casos de profissionais recém-contratados que são desligados da companhia, por não se adaptarem aos valores organizacionais.
4 - Leia atentamente os currículos dos candidatos, antes de convidá-los para comparecer para uma entrevista. Isso porque não são raros os casos de profissionais que comparecem a um processo seletivo e quando sentam para conversar com o selecionador, foram convidados para concorrer a uma vaga que nada tem a ver com seu perfil. Quando o volume de currículos é significativo, pode ocorrer erro no momento de "catalogar" os profissionais por área de interesse/atuação.
5 - Hoje, há profissionais que atuam na área de Recrutamento e Seleção que utilizam amplamente as redes sociais, mentem uma rede de relacionamentos ativa. Isso pode ajudá-lo a conseguir indicações de ótimos candidatos.
6 - No primeiro contato com o candidato, converse e tente identificar o que ele espera da empresa, suas expectativas de ascensão profissional. Isso evitará a contratação de uma pessoa que, em pouco tempo poderá desligar-se da empresa com a alegação de "não era aquilo que esperava".
7 - Apresente a empresa, mesmo que verbalmente ao profissional que participa do processo. Faça uma síntese institucional do negócio, da estrutura e das expectativas da organização em relação a quem será contratado. Vale lembrar que isso não é para assustar o candidato, mas sim para que ele tenha uma ideia de onde irá atuar.
8 - Discretamente, anote os pontos fortes e os fracos que conseguiu identificar durante todo o processo de seleção. Mesmo um selecionador competente pode deixar passar alguma informação relevante de um profissional, principalmente se a seleção torna-se uma maratona com vários candidatos.
9 - Juntamente com o gestor que ficará responsável pelo recém-contratado, simule uma situação que poderá ocorrer no dia a dia. Isso fará com que o candidato demonstre alguma aptidão valiosa para o cargo ou, então, total falta de "conexão" com a vaga em aberto.
10 - Depois de realizar as etapas do processo seletivo, convide o gestor para que em conjunto vocês avaliem qual candidato mais se enquadrou ao perfil da vaga. Caso fique alguma dúvida, realizem mais uma atividade que fará a diferença para o processo.

Faleceu ontem a pessoa que atrapalhava a sua vida...



"Um dia, quando os funcionários chegaram para trabalhar, encontraram na portaria um cartaz enorme, no qual estava escrito:

"Faleceu ontem a pessoa que atrapalhava sua vida na Empresa. Você está convidado para o velório na quadra de esportes".

No início, todos se entristeceram com a morte de alguém, mas depois de algum tempo, ficaram curiosos para saber quem estava atrapalhando sua vida e bloqueando seu crescimento na empresa. A agitação na quadra de esportes era tão grande, que foi preciso chamar os seguranças para organizar a fila do velório. Conforme as pessoas iam se aproximando do caixão, a excitação aumentava:

- Quem será que estava atrapalhando o meu progresso ?
- Ainda bem que esse infeliz morreu !

Um a um, os funcionários, agitados, se aproximavam do caixão, olhavam pelo visor do caixão a fim de reconhecer o defunto, engoliam em seco e saiam de cabeça abaixada, sem nada falar uns com os outros. Ficavam no mais absoluto silêncio, como se tivessem sido atingidos no fundo da alma e dirigiam-se para suas salas. Todos, muito curiosos mantinham-se na fila até chegar a sua vez de verificar quem estava no caixão e que tinha atrapalhado tanto a cada um deles.

A pergunta ecoava na mente de todos: "Quem está nesse caixão"?

No visor do caixão havia um espelho e cada um via a si mesmo.

Só existe uma pessoa capaz de limitar seu crescimento: VOCÊ MESMO! 
Você é a única pessoa que pode fazer a revolução de sua vida. 
Você é a única pessoa que pode prejudicar a sua vida.
Você é a única pessoa que pode ajudar a si mesmo. 

"SUA VIDA NÃO MUDA QUANDO SEU CHEFE MUDA, QUANDO SUA EMPRESA MUDA, QUANDO SEUS PAIS MUDAM, QUANDO SEU(SUA) NAMORADO(A) MUDA. SUA VIDA MUDA... QUANDO VOCÊ MUDA! VOCÊ É O ÚNICO RESPONSÁVEL POR ELA."

O mundo é como um espelho que devolve a cada pessoa o reflexo de seus próprios pensamentos e seus atos. A maneira como você encara a vida é que faz toda diferença. A vida muda, quando "você muda".

Por Luís Fernando Veríssimo

sábado, 6 de novembro de 2010

Avaliar ou Não Avaliar?


Em relação aos recursos humanos, vale a pena termos um plano de avaliação?
Sabemos que a avaliação existe sempre!
Sempre que estamos em contato com uma pessoa, de alguma forma a avaliamos.
As empresas que não têm plano formal de avaliação quando precisam de uma informação sobre um empregado,  procuram-na com seu chefe imediato e com pessoas confiáveis que o conhecem e obtém uma resposta. Portanto, o empregado foi avaliado. 
Mas ele terá sido bem avaliado?
As respostas são confiáveis? Objetivas?
Estão corretas?
Podemos tomas decisões com base nelas?
Se não tivermos outras fontes, não teremos alternativas senão aceitar as informações disponíveis.
A existência de um plano formal de avaliação deve conduzir a avaliações menos subjetivas e menos distorcidas do que as que são feitas sem nenhuma estrutura.
Sendo assim, quando bem formulado e conduzido, será um instrumento útil para determinar se a organização tem ou não a equipe de que necessita.